Quinta-feira, 27 de Abril de 2006, ao entrar no Café Novo cerca das 17 horas, meu habitual local de convívio quotidiano, deparou-se-me inesperadamente um daqueles dilectos amigos, de há muitos-muitos anos, que vale sempre a pena reencontrar, quer para desde logo se esquecer com emoção a rotina da existência, quer para recolocar em dia a aprazível agenda da saudade benquista. Raros são aqueles que ao longo da vida e sem esforço algum têm a dita de conviver sem a mínima beliscadura ego a ego. Venham pois daí comigo conhecer um dos mais lídimos intérpretes de Fado da invicta cidade.